Domingo, 15 de Julho de 2018
Em Defesa da Democracia! Em Defesa dos Direitos do Povo e da Classe Trabalhadora

Desde 2016 o Sindema vem denunciando que o golpe que retirou Dilma Roussef da presidência é contra a classe trabalhadora e a cada dia isto fica mais evidente.

A real motivação do golpe é o desmonte de direitos sociais e trabalhistas e a entrega das riquezas nacionais. Os golpistas aprovaram a entrega do pré-sal, o congelamento das políticas sociais e dos salários dos servidores federais por 20 anos, a terceirização sem limites, as privatizações e a reforma trabalhista. E, derrotados na reforma da previdência, graças à resistência da classe trabalhadora, preparam o terreno para a aprovação do fim da aposentadoria depois das eleições de 2018.

A classe trabalhadora só consegue avançar nos direitos trabalhistas, salariais e sociais na democracia, só consegue ter participação política e direito de organização num regime democrático. As ditaduras, os golpes e o estado de exceção, como o que vivemos no Brasil, só trazem retrocessos e retirada de direitos. A conta da crise cai impiedosamente sobre os ombros de quem trabalha.

O golpe avança  tentando  inviabilizar a candidatura de Lula, que defende a revogação das medidas dos golpistas e está em primeiro lugar nas pesquisas. A prisão de Lula sem provas faz parte do golpe. A classe dos capitalistas e os golpistas não medem consequências para impedir qualquer possibilidade de reverter os retrocessos em que mergulham o país.

A defesa da libertação de Lula e do direito de ser candidato sintetiza hoje a defesa da democracia no Brasil, pois só o povo soberano pode escolher os seus governantes.

É a compreensão de que a democracia está sendo destruída que unifica outras candidaturas à presidência, intelectuais, artistas, partidos progressistas e de esquerda, movimentos sociais e a imensa maioria das centrais sindicais, além de um forte movimento internacional na luta pela libertação de Lula. Lula é um preso político.

Lutaremos sem trégua contra o estado de exceção e a violência, pela democracia no Brasil, por salários dignos, direitos estatutários e trabalhistas, direitos sociais e políticos.

Juntos/as somos fortes!


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